Caderneta da GestanteAcompanhamento pré-natal
Uma caderneta, duas leituras

O pré-natal registrado uma vez, entendido pelas duas partes.

O profissional registra a consulta em linguagem clínica. A gestante recebe a mesma informação traduzida, com os sinais de alerta sempre à vista. Nada é digitado duas vezes.O profissional registra a consulta em linguagem clínica. A gestante recebe a mesma informação traduzida, com os sinais de alerta sempre à vista.

A consulta é digitada uma só vez
2
Leituras da mesma informação
8
Sinais de alerta sempre visíveis

Um registro, dois idiomas

A consulta é preenchida uma única vez. O que muda é como cada pessoa lê o resultado.

Visão do profissional
Tudo em uma tela, nada perdido no papel
Lista de gestantes com risco à vista
Filtro por risco e trimestre, com o motivo do risco no próprio cartão.
Consulta em quatro campos
IG, pressão, altura uterina e batimentos — o resto é preenchido a partir da DUM.
Alertas calculados na hora
Pressão elevada e edema aparecem destacados no histórico, sem depender de memória.
Histórico completo e comparável
Todas as consultas anteriores em cartões expansíveis, na mesma unidade de medida.
Visão da gestante
A mesma consulta, em palavras que se entendem
A semana em que você está
Idade gestacional, DPP e o estágio do bebê logo na abertura.
O que aconteceu na consulta
Cada dado clínico explicado em uma frase, sem sigla solta.
Quando procurar a maternidade
Os sinais de alerta ficam fixos na tela, não escondidos em um menu.
Exames sem susto
Feitos e pendentes separados, com o que cada um serve para verificar.
01
A unidade libera o acesso
Coordenação cadastra os profissionais; a gestante recebe o convite no primeiro pré-natal.
02
A consulta é registrada
O profissional preenche o formulário curto ao final do atendimento, ainda no consultório.
03
A gestante vê no mesmo dia
O resumo traduzido aparece na caderneta dela assim que a consulta é salva.
Novo

A gestante pode começar sozinha, sem esperar por um médico

Antes existia a exigência de um profissional vinculado para abrir a caderneta. Agora não: quem descobriu a gravidez hoje cria a conta com o CPF e já começa a registrar o que tem em mãos. Quando o pré-natal começar, o profissional recebe o histórico já preenchido.Antes existia a exigência de um profissional vinculado para abrir a caderneta. Agora não: quem descobriu a gravidez hoje cria a conta com o CPF e já começa a registrar o que tem em mãos.

01
Cadastro com o CPF, em minutos
Nome, data de nascimento, telefone e, se souber, a data da última menstruação. Nada mais é obrigatório.
02
A caderneta abre já calculando
Semana de gestação, data provável do parto e os sinais de alerta ficam disponíveis antes da primeira consulta.
03
Ela mesma anota o que já tem
Consultas feitas no papel, resultados de exames e o que mediu em casa entram pelo registro próprio.
04
O médico entra depois
Ao iniciar o pré-natal, ela autoriza o profissional e ele já encontra o histórico montado — sem recomeçar do zero.

O que ela anota sozinha aparece sempre marcado como registro próprio da caderneta — nunca se confunde com uma medição feita em consulta.O que ela anota sozinha aparece sempre marcado como registro próprio da caderneta.

Os dados são da gestante, não da plataforma

Cada registro fica visível apenas para a gestante e para os profissionais que ela acompanha. O histórico segue com ela mesmo se trocar de serviço, e todo acesso fica registrado.Cada registro fica visível apenas para a gestante e para os profissionais que ela acompanha. O histórico segue com ela mesmo se trocar de serviço.

Acesso vinculado
Só profissionais que acompanham a gestante abrem o prontuário.
Histórico portátil
Se ela trocar de serviço, a caderneta vai junto.
Trilha de auditoria
Toda consulta ao registro fica datada e identificada.
Sem uso comercial
Nenhum dado de saúde é compartilhado com terceiros.